Não sei bem como foi. O que foi.
Sei que sinto a tua falta.
Pensei, sem pensar, no que seria melhor. O que doía melhor.
A tua presença, a tua ausência?
Pois bem, parece que dói igual. A vida dói.
Intriga-me, aquele momento em que tudo se sente, no êxtase da novidade. Ainda que a novidade se repita (e então, chamar-lhe-ia, ainda, novidade?).
Quando vens ( ou quando voltas?) e tudo soa bem. Tudo dói bem.
Intriga-me esse momento e o porquê de não poder durar sempre.
Mesmo quando é a melhor dor, o melhor amor -também isso- acaba.
Acabou (?) e agora tudo dói. E não é a dor boa.
Quando tenho sorte também não é a má. É aquela dor que soa à nostalgia alegre e triste em simultâneo. Soa a Yann Tiersen.
Sei que sinto a tua falta.
Pensei, sem pensar, no que seria melhor. O que doía melhor.
A tua presença, a tua ausência?
Pois bem, parece que dói igual. A vida dói.
Intriga-me, aquele momento em que tudo se sente, no êxtase da novidade. Ainda que a novidade se repita (e então, chamar-lhe-ia, ainda, novidade?).
Quando vens ( ou quando voltas?) e tudo soa bem. Tudo dói bem.
Intriga-me esse momento e o porquê de não poder durar sempre.
Mesmo quando é a melhor dor, o melhor amor -também isso- acaba.
Acabou (?) e agora tudo dói. E não é a dor boa.
Quando tenho sorte também não é a má. É aquela dor que soa à nostalgia alegre e triste em simultâneo. Soa a Yann Tiersen.
Dói à Yann Tiersen.
Por isso, não sei o que dói melhor. A tua presença ou a tua ausência.
No entretanto,
Voltas?
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