sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Esplanada do costume!
O vento dançava com o cabelo dela. O guarda-chuva, há muito perdido e com duas varetas e meia sobrevivas, jazia distante. Enquanto andava em jeito de corrida inspirou e sentiu. Sentiu a chuva, aquela levezinha. Fria. Doce. Sentiu que já não sentia o rosto. Sentiu a liberdade e a paz daquele momento. Ou daquele sítio. Finalmente tréguas, o Inverno chegou.
Ao chegar abrandou... Prolongar aquela sensação tornou-se imperativo. Estava finalmente a sentir-se bem. A sentir-se em si.
A sentir-se inteira.
Lá estava ela, de volta. E a inspiração com ela, pareceu-me.
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