Houvesse e havia, na verdade, quem lhe dissesse.
Ela sabia, oh! Sabia, não me fodas.
Tu sabias, Leonor. Sempre soubeste.
Se houvesse quem o pudesse dizer, eras tu.
Era eu.
Sou eu.
Somos a mesma.
Não somos iguais, mas somos a mesma.
Às vezes não somos nenhuma. Às vezes somos todas.
Olha, que barbaridade.
Será a tal insanidade?
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