Engraçado como tudo é nada, como nada é tudo. Engraçado como o mundo parece estar sempre prestes a acabar mas não acaba. Como quando parece que somos imortais, para sempre jovens, para sempre felizes mas o mundo acaba.
Somos loucos porque nos achamos sãos? Somos felizes porque temos tudo? Ou felizes porque não temos nada?
Felizes porque somos loucos?
Loucos, por isso, infelizes?
O que está certo afinal?
O que vale afinal?
O que somos, afinal?
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
País das maravilhas.
E num instante tudo ficou diferente. Estranho. Desconhecido.
A pessoa que era não sei bem para onde foi. O que lhe aconteceu.
Perdi-a. Perdi-me. Perdi a Leonor?
Foi o tempo?
Foi a vida. Humana, em especial.
O mundo, o meu, o teu, o vosso, é uma anedota. Uma cínica comédia constante. É isto. Só isto. E só dura uns instantes.
Agora não sei para onde vou. Para onde fui(?).
A pessoa que era não sei bem para onde foi. O que lhe aconteceu.
Perdi-a. Perdi-me. Perdi a Leonor?
Foi o tempo?
Foi a vida. Humana, em especial.
O mundo, o meu, o teu, o vosso, é uma anedota. Uma cínica comédia constante. É isto. Só isto. E só dura uns instantes.
Agora não sei para onde vou. Para onde fui(?).
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